TÃtulo original: Red Queen
Série: A rainha vermelha - Vol. 1
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Companhia das Letras
Selo: Seguinte
Gênero: Distopia | Fantasia
Classificação: 3,5/5
Onde comprar: Companhia das Letras - Saraiva - Submarino
Série: A rainha vermelha - Vol. 1
Autor(a): Victoria Aveyard
Editora: Companhia das Letras
Selo: Seguinte
Gênero: Distopia | Fantasia
Classificação: 3,5/5
Onde comprar: Companhia das Letras - Saraiva - Submarino
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua famÃlia são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua famÃlia a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possÃvel, se seu sangue é vermelho?
Em meio à s intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará prÃncipe contra prÃncipe — e Mare contra seu próprio coração.
Mare rouba o que pode para ajudar sua famÃlia a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possÃvel, se seu sangue é vermelho?
Em meio à s intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará prÃncipe contra prÃncipe — e Mare contra seu próprio coração.
Sempre falo por aà que a capa é o primeiro contato que o leitor tem com o livro. Por isso, a capa deve chamar atenção assim como seu tÃtulo. E foi exatamente isso que aconteceu comigo ao ver esse livro na prateleira da livraria.
Essa capa prateada linda seguida de uma coroa e esse vermelho chamou a minha atenção. Em seguida, ao ler o tÃtulo fiquei ainda mais seduzida pelo livro. O tÃtulo me remeteu à Alice no paÃs das maravilhas. E o subtÃtulo (se é que podemos chamar assim) me convenceu ainda mais que eu deveria comprar esse livro, pois já entendi de que se tratava de uma distopia.
O mundo da estória se passa em um futuro, talvez, apocalÃptico. Afirmo isso devido a presença de certas tecnologias e apocalÃptico, pois houve uma mudança geográfica no mundo descrito pela narradora. A mudança geográfica não é a única mudança que aconteceu, a população também recebeu uma mudança. Ela foi dividida em duas sociedades: a população de sangue vermelho, destinada a trabalhar para o rei como escravos; e a população de sangue prata, da realeza. Eles têm superpoderes, como sendo mais um diferencial.
A personagem principal, Mare, é de sangue vermelho. Mas com o desenrolar da estória, descobre-se que ela possui poderes que não deveria possuir. E com isso, ela aproveita todas as oportunidades para criar um novo mundo e libertar seu povo vermelho da vida ingrata.
O que eu não gostei: Em nenhum momento da estória a narradora conta a razão dessa separação de sangue. Não entendi o que aconteceu no mundo e o motivo de haver sangue vermelho e sangue prata (Essa divisão da população me lembrou Adventure Time e Jogos Vorazes). Não gostei também desses poderes. A todo momento da leitura eu me lembrava de X-men. Eu gosto de intertextualidade, mas não da forma que a Victoria Aveyard fez, pois para mim, pareceu que ela juntou duas histórias, criou seus personagens não tão marcantes e a partir de então, foi escrevendo.
O que eu gostei: a presença da distopia. Ficou bem claro a questão da utopia e o que tem por de trás dela (mentiras, traição etc). O romance presente no enredo é sutil (não curto nada melado).
Ao meu ver, há mais pontos negativos do que positivos. Mas, certamente continuarei lendo a série, pois eu não consigo largar uma série do nada.

